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Os nossos mares continuam a provocar dor e luto entre as comunidades de pescadores,
vitimas de naufrágios. Mas os seguros podem resolver o problema? Na verdade não, mas o
seguro pode interferir noutros planos, como por exemplo, no aspecto da prevenção, agindo
com iniciativas e campanhas de formação sobre higiene e segurança a bordo, no domínio da
reparação, assegurando o rendimento dos pescadores sinistrados e respectiva família, na
reabilitação e reintegração profissional, colaborando para que os pescadores gravemente
lesionados retomem a vida ativa.
Além disso, pó agir na área das responsabilidades, substituindo-se aos armadores, na proteção
do patrimônio, garantindo os riscos de infortúnio.
Os seguros obrigatórios são os seguros que os armadores têm obrigação de subscrever junto à
seguradora autorizada, sob pena de se sujeitar a coimas (tipo de multa náutica) e ainda ter que
arcar com a responsabilidade com os custos decorrentes do acidente, o que pode
comprometer a viabilidade de sua atividade econômica e de proprietário de barco.
Praticamente todos os acidentes de fortuna de mar podem ser segurados, assim como é
possível garantir a responsabilidade civil, que não estão sujeitas no seguro obrigatório. Basta
consultar uma seguradora especializada.

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